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Cora Coralina


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terça-feira, 6 de novembro de 2012

NOVOS RESUMOS PARA O PROCESSO SIMPLIFICADO DOS PROFESSORES. (OFA 2013)


ALARCÃO, ISABEL
PROFESSORES REFLEXIVOS  EM UMA ESCOLA REFLEXIVA.
SÃO PAULO: CORTEZ, 2003.


 Alunos, professores e a Face à sociedade da informação

“A sociedade da informação como sociedade aberta global exige competência de acesso, avaliação e gestão da informação oferecida”.
 As competências devem ser adquirida ou reconhecidas  e desenvolvidas na escola, uma delas é a questão  das diferenças existentes ao acesso à informação.
Depois de resolvido o problema do acesso, permanece o desenvolvimento da capacidade de discernir entre a informação válida e invalida. Deve-se desenvolver a competência para organizar o pensamento e a ação em função da informação, para termos uma pessoa preparada para viver na sociedade da informação.

QUESTÕES


1)    O que Mônica Abranches quer dizer com descentralização?

A autora quer dizer sobre a transferência do poder federal e estadual para o município, ou seja aproximação das decisões ou autonomia local emanado na coletividade, mais próximos dos cidadãos.

2) O que Pacheco (1995) diz a respeito da crise do ensino público?

Pacheco (1995) diz que a crise do ensino deve-se a atuação do Estado, sistema desarticulado e gigante.

3) O que é administração colegiada? (Mônica Abranches)

 Administração colegiada é a participação da comunidade na escola (administração).


4) O que Isabel Alarcão, comenta após a resolução da falta de acesso de informações?

Se trata da questão de discernir entre informações validas e não validas, ou seja, é necessário desenvolver competência para organizar o pensamento e a ação em função da informação.

5) Isabel Alarcão descreve que a era da informação é caracterizada pelo que?

É caracterizada por uma sociedade repleta de informações e sinais contraditórios.

6) Qual a principal competência exigida pela sociedade da informação, segundo Isabel Alarcão?
A competência e capacidade de saber o que procurar, distinguir o que é relevante e irrelevante, sério ou fraudulento, reter apenas o que é importante.

7) Qual o desafio do professor na sociedade da aprendizagem? (Isabel Alarcão)

Ajudar desenvolver futuros cidadãos a capacidade de trabalho autônomo e colaborativo, espírito crítico por meio de diálogos, confronto de ideias e prática, capacidade de ouvir a si próprio (refletir) e se autocriticar. .

8) Em que se baseia a noção do professor reflexivo segundo Isabel Alarcão?

Baseia-se na capacidade de pensamento e reflexão, que caracteriza o ser humano como criativo e não mero reprodutor de ideias e práticas.

9) Como formar professores reflexivos pra uma escola reflexiva? (Isabel Alarcão)

A capacidade reflexiva é inata no ser humano, necessita de um contexto que favoreça seu desenvolvimento, como: liberdade, respeito, expressão e o diálogo próprio, com os outros e com as situações.

!0) Explique o que é narrativa e casos, sua relação segundo a autora Isabel Alarcão?

Os casos são narrativas, elaboradas com o objeto: darem visibilidade ao conhecimento. Pois narrativas ricas nos registros dos fatos, mas também do contexto físico, social e emocional.



COLL, César e outros. O CONSTRUTIVISMO NA SALA DE AULA .São Paulo: Ática, 2006.


  1. Os professores e a concepção construtivista (Isabel Solé e César Coll)

O construtivismo não é uma teoria, e sim uma referência explicativa, composta por diversas contribuições teóricas, que auxiliam os professores nas tomadas de decisões durante o planejamento, aplicação e avaliação do ensino.
Não é uma receita, um manual que deve ser seguido à risca sem se levar em conta as necessidades de cada situação particular.
Devem utilizá-lo como auxílio na reflexão sobre a prática, ou seja, uma referência explicativa. Considerando-se o contexto em que os agentes educativos estão inseridos.
Essas afirmações demonstram a necessidade de se compreender os conteúdos da aprendizagem como produtos sociais e culturais, o professor como agente mediador entre indivíduo e sociedade, e o aluno como aprendiz social.
A instituição escolar é identificada pelo seu caráter social e socializador. É por meio da escola que os seres humanos entram em contato com uma cultura determinada.
 A concepção construtivista compreende um espaço importante a construção do conhecimento individual e interação social.
Aprender não é copiar ou reproduzir, mas elaborar uma representação pessoal da realidade a partir de experimentações e conhecimentos prévios.
Aprender não é apenas acumular conhecimento, mas construir significados próprios a partir do relacionamento entre a experiência pessoal e a realidade.
A pré-existência de conteúdos confere peculiaridade à construção  do conhecimento.A atribuição de significados pessoal aos conteúdos concretos, produzidos culturalmente.
O trabalho do professor  baseado no construtivismo, em que oferece uma  concepção útil à tomada de decisões compartilhadas, trabalho em equipe na construção de projetos didáticos e rotinas de trabalho.       
O construtivismo não é um referencial acabado, fechado a novas contribuições, sua construção acontece no âmbito da situação de ensino-aprendizagem e a ela deve servir.


Disponibilidade para aprendizagem e sentido da aprendizagem (Isabel Sole)

A aprendizagem é motivada por um interesse, uma necessidade de saber. Mas o que determina esse interesse, essa necessidade?
Um bom caminho a seguir é compreender que além dos aspectos cognitivos, a aprendizagem envolve aspectos afetivo-relacionais. Ao construir os significados pessoais sobre a realidade, constrói-se também o conceito que se tem de você mesmo (autoconceito) é a estima que se professa (autoestima) características relacionadas ao equilíbrio pessoal. O autoconceito e a autoestima influenciam a forma como o aluno constrói sua relação com os outros e com o conhecimento, reconhecer essa dimensão afetivo-relacional é imprescindível ao processo educativo.
E necessário compreender a maneira como os alunos encaram a tarefa de estudar, que pode ser dividida em dois enfoques: o enfoque profundo e o enfoque superficial. No enfoque profundo o aluno se interessa por compreender o significado do que estuda e relaciona os conteúdos aos conhecimentos prévios e experiências. Já no enfoque superficial, a intenção do aluno se limita a realizar tarefas de forma satisfatória, limitando-se ao que o professor considera como relevante, uma resposta desejável e não real compreensão do conteúdo.
Outro ponto importante a ser ressaltado é que o professor, ao entrar  em uma sala de aula, carrega consigo certa visão de mundo e imagem de si mesmo, que influenciam seu trabalho e sua relação com os alunos. Da mesma forma, os alunos constroem representações sobre seus professores. Reconhecer esses aspectos afetivos e relacionais é fundamental para motivação e interesse pela construção de conhecimento.
As interações, no processo de construção de conhecimento, devem ser caracterizadas pelo respeito mútuo e o sentimento de confiança, é a partir dessas interações, das relações que se estabelecem no contexto escolar, que as pessoas se educam. Levar isto em consideração é compreender o papel essencial dos aspectos afetivo-relacionais no processo de construção pessoal do conhecimento sobre a realidade.


Um ponto de partida para a aprendizagem de novos conteúdos: os conteúdos prévios (Mariana Miras)

Quando se inicia um processo educativo, as mentes dos alunos não estão vazias de conteúdos como lousas em branco. Ao contrário, quando chegam à sala de aula os alunos já possuem conhecimentos prévios advindos da experiência pessoal. Na concepção construtivista é a partir desses conhecimentos que o aluno constrói e reconstrói novos significados.
 Os conhecimentos prévios podem ser compreendidos como esquemas de conhecimento, ou seja, a representação que cada pessoa possui sobre a realidade. É importante ressaltar que esses esquemas de conhecimento são sempre visões parciais e particulares da realidade, determinadas pelo contexto e experiências de cada pessoa. Os esquemas de conhecimento contêm, ainda, diferentes tipos de conhecimentos, que podem ser, por exemplo, de ordem conceitual (saber coletivo de lobos é alcateia), normativa (saber que não se deve roubar ), procedimental (saber como se planta uma árvore).
Para o ensino coerente, é preciso considerar o estado inicial do aluno, seus conhecimentos prévios e esquemas de conhecimentos construídos. Esse deve ser o início do processo educativo: conhecer o que se tem para que possa, sobre essa base, construir o novo.


O que faz com que o aluno e a aluna aprendam os conteúdos escolares? A natureza ativa e construtiva do conhecimento ( Teresa Mauri)

Entre as concepções de ensino e aprendizagem sustentadas pelos professores, destacam-se três, cada uma considerando que aprender é:
1) Conhecer as respostas  corretas: Nessa concepção entende-se que aprender significa responder satisfatoriamente as perguntas formuladas pelos professores. Reforçam-se positivamente as respostas corretas, sancionando-as. Os alunos são considerados receptores passivos dos reforços dispensados pelos professores.
2) Adquirir os conhecimentos relevantes : Nessa concepção, entende-se que o aluno aprende quando aprende informações necessárias. A principal atividade do professor é possuir essas informações e oferecer múltiplas situações (explicações, leituras, vídeos, conferências, visitas a museus) nas quais os alunos possam processar essas informações. O conhecimento é produto da cópia e não processo de significação pessoal.
3) Construir conhecimentos: Os conteúdos escolares são aprendidos a partir do processo de construção pessoal do mesmo. O centro do processo educativo é o aluno, considerado como ser ativo que aprende aprender. Auxiliar a construção dessa competência é o papel do professor.
A primeira concepção citada acima está ligada  as concepções tradicionais.
Compreendendo-se que aprender é construir conhecimentos, identifica-se a natureza ativa dessa construção  e a necessidade de conteúdos ligados ao ato de aprender conceitos, procedimentos e atitudes. Nesse sentido, é preciso organizar e planejar intencionalmente as atividades didáticas tendo em vista os conteúdos das diferentes dimensões do saber: procedimental (como a observação das plantas); conceitual (tipos e partes das plantas); e atitudinal (de curiosidade, rigor, formalidade, entre outras). O trabalho com esses conteúdos demonstra a atividade complexa que caracteriza o processo educativo, trabalho que demanda o envolvimento coletivo na escola.

Ensinar: criar zonas de desenvolvimento proximal e nelas intervir ( Javier Onrubia )

O ensino na concepção construtivista deve ser entendido como uma ajuda ao processo de ensino-aprendizagem, deve ser apenas uma ajuda no sentido de gerar conflitos com seus conhecimentos prévios, e não substituir a atividade construtiva do conhecimento pelo aluno.
A análise aprofundada do ensino enquanto ajuda leva ao conceito de “ajuda ajustada” e de zona de desenvolvimento proximal (ZDP).
Enquanto ajuda o processo de construção do conhecimento, deve ajustar-se a esse processo de construção.  Conjuga duas grandes características: 1) a de levar em conta os esquemas de conhecimento dos alunos, seus conhecimentos prévios em relação aos conteúdos a trabalhados; 2) e, ao mesmo tempo, propor desafios que levem os alunos a questionarem esses conhecimentos prévios. Não se ignora aquilo que os alunos já sabem, porém aponta-se para aquilo que não conhecem, incrementando a capacidade de compreensão e atuação autônoma dos alunos.
O conceito de zona de desenvolvimento proximal (ZDP) foi proposto pelo psicólogo soviético L. S. Vygotsky, partindo do entendimento de que as interações e relações com outras pessoas são a origem dos processos de aprendizagem e desenvolvimento humano. ZDP pode ser identificada como espaço no qual com a ajuda dos outros, uma pessoa realiza tarefas que não seria capaz de fazer individualmente.
-           Para o trabalho com os conceitos acima arrolados, indicam-se os seguintes pontos: 1) Inserir atividades significativas na aula; 2) Possibilitar a participação de todos os alunos nas diferentes atividades, mesmo que os níveis de competência, conhecimento e interesse forem diferenciados; 3) Trabalhar com as relações afetivas e emocionais; 4) Introduzir modificações e ajustes ao longo das realizações das atividades; 5) Promover a utilização e aprofundamento autônomo dos conhecimentos que estão aprendendo; 6) Estabelecer relações entre novos conteúdos e os conhecimentos prévios dos alunos; 7) Utilizar linguagem clara e objetiva evitando mal entendidos ou incompreensões; 8) Recontextualizar e reconceituar a experiência. 


Os enfoques didáticos ( Antoni Zabala)


A concepção construtivista considera a complexidade e as distintas variáveis que intervêm nos processos de ensino na escola. Por isso, não receita formas determinadas de ensino.
Um método educacional sustenta-se a partir da função social que atribui ao ensino e em determinadas idéias sobre como as aprendizagens se produzem. Nesse sentido, a análise das tarefas que propõem ou trabalham os conteúdos, explicita ou implicitamente (currículo oculto), requer que a compreensão do determinante ideológico que embasam as práticas dos professores.
A análise dos conteúdos trabalhados segundo a natureza conceitual, procedimental ou atitudinal, mostra-se como importante instrumento de entendimento que acontece na sala de aula.
Outro instrumento importante para a compreensão do processo educativo é a concepção construtivista de aprendizagem, que estabelece a aprendizagem como uma construção pessoal que o aluno realiza com ajuda de outras pessoas(ZPD), processo que necessita da contribuição da pessoa que aprende, implicando o interesse, disponibilidade, conhecimentos prévios e experiência, implica também a figura do outro que auxilia na resolução do conflito entre os novos saberes e o que já sabia, tendo em vista a realização autônoma da atividade de aprender-aprender.
O problema metodológico para o fazer educativo não se encontra no âmbito do “ como fazemos” mas antes, na compreensão do “que fazemos” e “por quê”.


A avaliação da aprendizagem no currículo escola: uma perspectiva construtivista ( César Coll e Elena Martin)  

Primeira questão a ser mencinada é a relação entre avaliação e uma série de decisões relacionadas a ela, como promoção, atribuição de crédito e formatura dos alunos. Essas decisões não fazem parte, em sentido escrito, do processo de avaliação, porém essas decisões devem ser coerentes com as avaliações realizadas.
 O desafio é alcançar a máxima de coerência entre os processos avaliativos e as decisões a serem tomadas.
Todo processo avaliativo deve levar em conta os elementos afetivos e relacionais da avaliação. O planejamento das atividades avaliativas inicia se do entendimento que o aluno atribui ao sentido da atividade, sentido que depende da forma como a avaliação lhe é representada e também de suas experiências e significações pessoais da realidade.
As práticas avaliativas privilegiadas devem ser aquelas que consideram a dinâmica dos processos de construção de conhecimentos.
A concepção construtivista ressalta a necessidade de considerar as variáveis proporcionadas pelos diversos contextos particulares. Para isso, recomenda-se a utilização de uma gama maior possível de atividades de avaliação ao longo do processo avaliativo.
Na medida em que aprender a aprender significa a capacidade para adquirir, de forma autônoma, novos conhecimentos, avaliar os aspectos instrumentais, é de suma importância a qualidade da educação.
Dessa forma “o quê”, “como” e “quando” ensinar e avaliar se unem configurando uma prática educativa global, na qual as atividades avaliativas não estão separadas das demais atividades de construção de conhecimento pelos alunos.


QUESTÕES

1)Segundo Isabel Sole e César Coll, a concepção construtivista compreende um espaço importante. Qual é esse espaço?

            Um espaço importante é à construção do conhecimento individual e interação social, aprender não é copiar ou reproduzir, mas elaborar uma representação pessoal da realidade a partir de experimentações e conhecimentos prévios.

2) Pensando especificamente no trabalho do professor segundo  a concepção construtivista comentada por Isabel Sole e César Coll?

O construtivismo é uma concepção ou uma referência útil à tomada de decisões compartilhada, que pressupõe o trabalho em equipe na construção de projetos didáticos e rotinas de trabalho.

3) Segundo Isabel Sole, qual é um bom caminho a seguir para compreender quais aspectos no sentido (interesse) do aprendizado?

            Um bom caminho a seguir é compreender que além dos aspectos cognitivos, a aprendizagem envolvem aspectos afetivo-relacionais. Ao construir os significados pessoais sobre a realidade, constrói-se também o conceito que você tem de você mesmo (autoconceito). 

4) Explique o que significa enfoque profundo e enfoque superficial, segundo Isabel Sole?

            Enfoque profundo, o aluno se interessa por compreender o significado do que estuda e relaciona os conteúdos aos conhecimentos prévios e experiências. Já no enfoque superficial, a intenção do aluno  limita-se a realizar tarefas de forma satisfatória, limita-se ao que o professor considera como relevante, uma resposta desejável e não a real compreensão do conteúdo.

5) O que deve ser caracterizado na interação no processo de construção de conhecimento, segundo Isabel Sole ?

Devem ser caracterizado pelo respeito mútuo e o sentimento de confiança. É a partir dessas interações, das relações que se estabelecem no contexto escolar que as pessoas se educam. Considerar esses fatores é compreender o papel essencial dos aspectos afetivo-relacionais.


6) Segundo a concepção construtivista, qual é o ponto de partida para a aprendizagem? ( Mariana Miras)

Para um ensino coerente, é preciso considerar o estado inicial dos alunos, seus conhecimentos prévios e esquemas de conhecimento (conceitual, normativa e procedimental ) já construídos. Esse deve ser o inicio do processo educativo: conhecer o que se tem para que se possa, sobre essa base construir o novo.

7) Que tipo de conceito, procedimento e atitudes são necessários na natureza ativa, compreendendo que aprender é construir conhecimentos? ( Teresa Mauri)

Nesse sentido é necessário organizar e planejar intencionalmente as atividades didáticas tendo em vista os conteúdos das diferentes dimensões do saber: procedimental (como a observação das plantas), conceitual ( tipos e partes das plantas) e atitudinal ( de curiosidade, rigor, formalidade, entre outras).

8) O que significa ZPD? ( Javier Orunbia). Foi proposto por quem? Qual o seu entendimento?

-Significa zona de desenvolvimento proximal.
-Pelo psicólogo soviético Vygotsky.
-Parte do entendimento, que a relação com os outros auxilia no desenvolvimento do conhecimento, ou seja, as pessoas são capazes de realizar tarefas a partir da interação, relação com os outros, que não conseguiriam sozinhas.

9) O que requer a compreensão do determinante ideológico que embasam as práticas dos professores? ( Antoni Zabala)

Um método educacional sustenta-se a partir da função social que atribui ao ensino e em determinadas ideias sobre como as aprendizagens se produzem. Nesse sentido, a análise das tarefas que propõem conteúdos trabalhados, explicita ou implicitamente ( currículo oculto), que embasam as práticas dos professores.

10) O que a concepção construtivista ressalta em relação a avaliação? (César Coll e Elena Martin)

 Ressalta a necessidade de considerar variáveis, proporcionadas pelos diversos contextos particulares. Para isso recomenda-se a utilização de uma maior gama possível de atividades de avaliação ao longo do processo educativo.



                                                                              
 Questões elaboradas a partir dos resumos dos textos acima.
                                                                              
Referencias descritos nos tópicos.

4 comentários:

  1. Luana, adorei o seu novo espaço, e também quero agradecer por este resumo. Bjs, ROSE

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  2. Obrigada Rose!
    Assim que possível postarei mais.

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  3. CADA VEZ MELHORRRRRRRRRRRRRRRRRRR.....

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  4. Professores e pais deveriam ler este blog diariamente, parabéns, apesar de excelente tem ficado cada vez melhor e mais interessante seu blog.

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