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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Depoimento de Cleuza, uma visão de quem não enxerga.

Depoimento de Cleuza:




O depoimento de Cleuza realmente mobiliza nossos sentimentos, faz  compreendermos o deficiente como um ser humano, não apenas um deficiente, que segundo as leis que regem a Educação determinam a inclusão, como relata Cleuza “a qualquer custo”.
Ficam minhas sugestões para os órgãos competentes, que deveriam ter pensado em incluir primeiramente professores com competências especificas para esse atendimento, incluir materiais pedagógicos, ferramentas específicas, recursos tecnológicos, e acessibilidades aos que necessitam de um processo de inclusão de qualidade.
Quando assisti ao vídeo de Cleuza afirmei minha visão sobre a Educação Inclusiva, sobre as inversões desse processo e constatei essas inquietações:
Como podemos incluir um aluno com determinada deficiência, com necessidades e cuidados especiais em uma instituição que não detém os subsídios necessários para oferecer-lhe um atendimento diferenciado, quando muitas vezes é deficitário no âmbito global, ditos "normais".
No caso do deficiente visual, é orientado para que o professor compreenda em cada aluno a estratégia mais eficaz no processo de ensino e aprendizagem. Como ressaltado, não pelo grau de deficiência, mas por aptidão, pelo histórico, ou seja, como a criança lida e supera sua deficiência em casa ou em seu meio social. No entanto é necessário que a escola possua esses materiais antes de receber o aluno especial.
Já que a Inclusão não obteve uma ordem adequada, não é tarde para mudar esses fatores para que alcancemos uma inclusão de qualidade, que inclua e não exclua de suas reais necessidades.


                                                                                                           Luana V. Lacalendola

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