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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
Cora Coralina

Vou contar aqui sobre minhas andanças na área educacional, sobre o que eu quero aprender, sobre meus conhecimentos, sobre o que eu gosto e sobre as minhas expectativas.
Lacalendola


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Os erros mais comuns.




ERROS COMUNS:
Para mim fazer.  ERRADO- Mim não conjuga verbo.
Para eu fazer.  Certo

Fazem 15 anos. ERRADO- Fazer quando exprime tempo é impessoal.
Faz cinco anos. CORRETO

Venda à prazo- ERRADO- Não existe crase antes de palavras masculinas, salvo quando se refere a moda especificada.
Venda a prazo. CORRETO.

Vive às custas do pai. ERRADO
Vive a custa do pai. CERTO

Houveram muitos acidentes. ERRADO- Houver quando referente a existir, é invariável .
Houve muitos acidentes.CORRETO

Aluga-se casas. ERRADO- o verbo concorda com o sujeito.
Alugam-se casas.


Preferia ir do que ficar- ERRADO- Prefere-se uma coisa a outra.
Preferia ir a ficar.

Mal cheiro. ERRADO- Mal opõe-se a bem e mau, a bom.
Mau cheiro. CORRETO


Menas flores. ERRADO- Menas não existe.
Menos flores.CORRETO

Seje você o correto. ERRADO- Seje não existe.
Seja você o correto.CERTO

Agente quer pipoca. ERRADO- Agente  junto, só agente secreto.
A gente quer pipoca. CERTO.

Eles tem filhos. ERRADO- No plural , tem é acentuado.
Eles têm filhos. CORRETO.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

HIPÓTESES SILÁBICAS


EVOLUÇÃO DA ESCRITA SEGUNDO EMÍLIA FERREIRO

Período Pré Silábico- Inicialmente diferenciam desenhos e letras. Escrevem sem estabelecer critérios sonoros. Colocam mais letras para objetos grandes e menos para objetos pequenos. Normalmente usam as letras do nome para escrever e determinam uma quantidade mínima de letras para qualquer palavra, normalmente três letras.

Período Silábico- Inicia se vínculos da escrita com a pauta sonora.
Nesse período a criança escreve uma letra para uma sílaba.
Silábico sem valor- uma letra para uma sílaba, sem correspondência com a vogal nem consoante.
Ex: macaco- Bca.
Silábico com valor sonoro- Uma letra para cada sílaba, com valor sonoro da sílaba, a criança pode se apropriar do valor da vogal, como da consoante.
Ex: macaco- mcc- valor sonoro das consoantes.
Ex: macaco-aao- valor sonoro das vogais.

Período Silábico-Alfabético – Esse período é marcado pela transição entre o período anterior (silábico) e o período futuro (alfabético).
Momentos estabelecem uma letra para sílaba, outro relaciona a necessidade normalmente da conjunção entre a consoante e a vogal.
Ex: parede- pard
Pato- Pat
Período alfabético- Esse período a criança estabelece na escrita os valores sonoros compreendidos por ela. Serão trabalhados então os  problemas ortográficos, pois no português a identidade do som não garante a escrita correta.

                                                         Luana V Lacalendola

Bibliografia
Bessa, Valéria da Hora. Teorias da Aprendizagem-Curitiba:IESDE Brasil S.A.,2008, 204p.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Atividade familiar para as férias.



Pais aproveitem as férias juntos com seus filhos.
As crianças constroem seu modelo de leitor a partir das vivências com a leitura familiar.
 Se seus pais não leem em casa, eles não terão o hábito de ler, irão ler apenas quando houver necessidade.
Muitos alunos quando pergunto por que aprendemos a ler, eles falam: para ler na escola.
Fica claro que a criança não desenvolveu o gosto da leitura.
É necessário que os pais compartilhem leituras com as crianças, com assuntos que interessam ambos.
Muito importante, é que a criança construa um conceito de si mesma de boa leitora, ou seja, não fique corrigindo a criança, peça que ela leia a história para você, mesmo que ela não saiba ler, nesta fase use livros com figuras e fale para que ela interprete (leia) a partir dos desenhos.
Esses momentos devem ser divertidos, prazerosos, sem cobranças. De atenção quando a criança estiver contando as histórias, repita o que ela falou, assim ela irá perceber que você realmente estava atento. Sempre elogie as leituras realizadas pelas crianças, pois você estará incentivando e estimulando promovendo a autoestima da criança.
Então, aproveite alguns momentos das suas tardes de férias para contar e ouvir histórias com seus filhos, dessa forma você desenvolverá o hábito com prazer de ler em seu filho.  
                                                                                       
                                                                                                          Luana V. Lacalendola

domingo, 9 de dezembro de 2012

Fiquem atentos professores em alguns termos e conceitos sobre deficiência.





Fiquem atentos professores em alguns termos e conceitos sobre deficiência.


Vocês, educadores e profissionais que trabalham com crianças com necessidades especiais, após a convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, Brasília- 2007, a palavra “portadora” passa não ser mais usada em documentos oficiais para se referir às pessoas com deficiência.
Pois, “portar” representa uma opção de adquirir ou não. Porém, ninguém opta em possuir (portar) uma deficiência.
Um equívoco comum entre pais, profissionais da saúde e da educação é o termo deficiente mental, quando querem se trata de deficiente intelectual.
Confira as diferenças:
Deficiente Intelectual - conceito resignado ao funcionamento intelectual inferior à média e limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades funcionais (habilidades motoras, cuidados pessoais, comunicação, compreensão, sociabilidade e etc.).

Deficiente mental - remete a distorção da realidade, percepção alterada de si mesmo.

  


sábado, 24 de novembro de 2012

Disfluência infantil, conhecida como gagueira do desenvolvimento.




Pais e Educadores atenção!


Durante o desenvolvimento da linguagem (fala) da criança nos primeiros anos de vida, pode acontecer algumas irregularidades o que levam aos pais se apavorarem e alguns professores diagnosticarem como gagueira.


Essas interrupções na fala acontecem normalmente entre 2 a 5 anos, porque é a faixa etária que ocorre o processo da aquisição da narrativa da criança.


A chamada gagueira acontece durante a narrativa, pausas excessivas, hesitações e quebras no seu discurso. Porém o que os pais e alguns educadores não sabem, é que essas interrupções no ritmo da fala são recursos à organização ou reorganização do discurso considerado normal.


É importante saber que a criança além de aprender a falar as palavras, ela está aprendendo a construir suas narrativas, organizando seus pensamentos e essas as pausas visam a criação de espaços de tempos para a organização do discurso.


A simplista constatação do ato de gaguejar não deve ser um sinalizador de um quadro patológico.


Até mesmo, porque, essas interrupções nessa faixa etária são consideradas como uma disfluência ou gagueira do desenvolvimento.


No entanto os pais e educadores dessas crianças devem tomar alguns cuidados como:


· Não corrigir as crianças quando houver hesitações.


· Não demonstrar ansiedade em relação à narrativa da criança.


· Não terminar a frase para ela.


Resumindo, não tratar a criança como gaga, pois a gagueira é um problema resultante da imagem construída de si mesmo como mau falante, o que ocorre devido as manifestações negativas por parte dos adultos no ato de gaguejar da criança.


Quando isso ocorre à criança pode desenvolver movimentos corporais desbloqueadores, que no inicio ajudam na fala mais depois não resolvem mais, eles são denominados como cacoetes.


As crianças recorrem aos movimentos corporais para não decepcionarem os adultos que as permeiam.


Nesses casos procure um profissional, como um fonoaudiólogo para acompanhar o caso.





Luana V. Lacalendola






Referências






Berberian, Ana Paula; Bergamo, Alexandre. Psicogênese das Linguagens Oral e Escrita:Letramento e Inclusão- Curitiba PR: IESDE Brasil, 2009.









quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Figuras facilitadoras de comunicação com crianças deficientes.

Esses materiais expostos, auxiliam na comunicação de crianças com diversas deficiências, tanto crianças mudas, surdas ou com deficiência intelectual.
Os materiais de apoio podem ser utilizados por educadores, terapeutas ou familiares. 
É essencial estabelecer uma comunicação, independente da deficiência da criança, pois é através dela, que o desenvolvimento se estabelece efetivamente.
Enfatizando a comunicação vinculada com uma rotina. 
Procure estabelecer horários para as atividades cotidianas, isso ajudará a criança desenvolver funcionalidade, segurança e autonomia.
A funcionalidade no sentido de ensinar habilidades que funcionem na vida prática, no presente e futuro.
Segurança em saber quais atividades serão desenvolvidas.
Autonomia de desenvolver alguns procedimentos sem ajuda de um adulto.










Figuras disponibilizadas no curso oferecido pela APAE.
Texto elaborado pela autora do blog.

Dica:
Basta, baixar essas imagens na internet e fazer suas figuras de auxílio à  comunicação.
     
                                                                      Luana V. Lacalendola.

sábado, 10 de novembro de 2012

Conteúdos para OFA 2013.Programa Bolsa Alfabetização.



Você sabe o que é “Programa Bolsa Alfabetização”?


O Programa Bolsa Alfabetização foi criado pelo Decreto 51.627 de 1º de março de 2007, introduzindo, em caráter de colaboração, a participação de alunos das Instituições de Ensino Superior na prática pedagógica de sala de aula, junto aos professores da rede pública estadual. Essa vivência propicia não só a oportunidade ímpar de conhecer a realidade escolar, como também a possibilidade de concatenar a teoria acadêmica com a prática.


Os estudantes dos cursos de Letras e Pedagogia – batizados com o nome de alunos pesquisadores (AP) – passam a apoiar os professores nas salas de aula do 2º ano do ciclo I ou em classes do mesmo ciclo, voltados para a recuperação da aprendizagem, na complexa ação pedagógica de garantir a obtenção das competências de leitura e de escrita por todos os alunos.


Nesse processo, a prioridade dos APs em sala de aula é trabalhar com crianças que têm mais conhecimentos em leitura e escrita, fazendo intervenções de modo que, junto com o professor titular, todos, na classe, possam avançar. A concepção que orienta tanto a atuação de um, quanto a do outro, é a do Ler e Escrever, programa estreitamente vinculado ao Bolsa Alfabetização.


Além da rotina cotidiana, o AP, como o próprio nome diz, faz uma pesquisa de natureza didática na sala de aula em que está atuando, para acompanhar o avanço dos alunos na leitura e na escrita. Orientado pelo respectivo professor orientador (PO) da Instituição de Ensino Superior onde estuda, ele observa e registra as atividades didáticas desenvolvidas em sala de aula, aprofundando esses procedimentos com estudos sobre os temas desenvolvidos. Essa investigação feita pelos alunos em sala de aula conta com a supervisão da Profª Delia Lerner, docente da Universidade de Buenos Aires.


O Programa Bolsa Alfabetização foi estruturado com o propósito de discutir, junto às instituições formadoras, problemas relacionados à didática de alfabetização, que trazem questões vivas e candentes da prática educativa em sala de aula, para que se constituam conteúdos da formação inicial dos professores.


São objetivos do Programa:


a) aprimorar a formação inicial dos estudantes dos cursos de Pedagogia e de Letras, possibilitando-lhes atuar como docentes da rede pública de ensino, tendo conhecimento de tal realidade;


b) favorecer o acesso à leitura e à escrita a todos os alunos do 2º ano ou de classes do mesmo ciclo, voltadas à recuperação da aprendizagem;


c) comprometer as IES com a causa do ensino público.


Ano a ano o Programa vem ampliando a parceria com as instituições de ensino superior de todo o Estado, e isso representa mais alunos pesquisadores em franca atuação, participando diretamente na aprendizagem dos alunos da rede.


Referencial

Site da Secretaria da Educação do Estado São Paulo. http://lereescrever.fde.sp.gov.br/SysPublic/InternaBolsaAlfabetizacao.aspx?alkfjlklkjaslkA=270&manudjsns=1&tpMat=0&FiltroDeNoticias=3



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